
A maioria das pessoas, se não todas, gostariam de voltar a viver caso pudessem fazer isso com saúde e vigor restaurados, num mundo onde prevalecesse a paz. Os humanos não são como os animais, criaturas irracionais, guiadas pelo instinto. Nós enterramos nossos mortos. Temos expectativas quanto ao futuro. Não queremos envelhecer, ficar doentes e morrer. No entanto, essas coisas fazem parte da realidade humana.
A proximidade da morte, quer a nossa, quer a de parentes e amigos, nos assusta. Um motivo é que nascemos com o desejo de viver e de desfrutar a vida em paz e segurança. Só a idéia de morrer, ou deixar de existir, já é por natureza repulsiva. É difícil, para não dizer impossível, aceitá-la. Nós queremos viver, não morrer. Pergunte-se: Esse desejo seria tão forte se não fosse do propósito original do Criador que vivêssemos para sempre? É mesmo possível viver eternamente com saúde e felicidade?
No ano passado, a revista da Associação Americana de Aposentados (AARP The Magazine) publicou o artigo “Vida após a morte”. Várias pessoas com mais de 50 anos foram entrevistadas e “aproximadamente três quartos (73%) concordaram com a declaração: ‘Acredito em vida após a morte.’” Por outro lado, segundo a revista, quase um quarto concordou com a declaração: “Acredito que quando eu morrer será o fim de tudo.” Mas será que as pessoas querem mesmo acreditar nisto?
No mesmo artigo, relata-se que Tom, um católico de Nova York, tenha dito: “Bem, eles ensinam que existe vida após a morte. É verdade que as pessoas pregam muitas coisas. Mas somos nós que precisamos decidir em que acreditar. Eu vou à Missa. Vivo como se existisse vida após a morte, mas não acredito nisso. Se for verdade, bem, isso é lucro.”
Igual a Tom, muitas pessoas são céticas, assim como era o pai mencionado no início deste artigo.
Por exemplo, apenas três semanas após a concepção, o embrião humano começa a desenvolver células cerebrais. Há períodos em que essas células se multiplicam muito rápido, às vezes chegando a 250 mil por minuto! Nove meses depois, nasce um bebê com um cérebro dotado de fenomenal capacidade de aprendizagem. James Watson, biólogo molecular, chamou o cérebro humano de “a coisa mais complexa já descoberta no Universo”.
Com certeza, vale a pena analisar as evidências de que é possível pessoas voltarem a viver.
Olá pessoal! Muito interessante a matéria que eu li na postagem do grupo de vocês. Penso que essa questão é bastante profunda, tendo várias opiniões e teorias. O tema e as postagens do grupo despertam a curiosidade!
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