quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Espiritualidade na prática

Estamos vivendo num tempo onde todo mundo sabe tudo. É impressionante a quantidade de informação que as pessoas acessam diariamente. Qualquer dúvida, qualquer questão é só digitar no Google e aparece uma resposta, alias não uma, mas várias respostas. Claro que sem um filtro de sabedoria, sem uma luz para sabermos distinguir o que é bom, verdadeiro, daquilo que mostra apenas visões incompletas, ou superficiais. E na questão espiritual, isso não é diferente, assim temos uma quantidade incrível de dados, observações, citações bonitas, cheias de esperança circulando por aí.Uma verdadeira festa de otimismo preenchendo páginas e páginas do Facebook, mas e a vida real, como vai? Será que as pessoas sabem diferenciar o joio do trigo?Será que praticam aquilo que falam, escrevem, copiam, ou apenas lidam com aquele conhecimento como lindas estampas, como fotos de revista? E mais importante que tudo isso, será que estão conseguindo colocar em prática aquilo que leem? Ou a beleza do comportamento e das mensagens fica apenas limitada as belas ilustrações? O que vejo aqui no meu espaço em São Paulo é que os desafios, e sofrimentos continuam como sempre foram, complicados, exigentes, cansativos. E que a vida das pessoas continuam trazendo desapontamentos e aprendizados como sempre foi.Então o que muda? Acredito que a espiritualidade é e deve ser uma prática. Algo que precisamos incorporar em nossas vidas. Uma conduta, um sentimento, uma verdadeira conexão. Não estamos num tempo de acumular sonhos de um mundo feliz. Precisamos ser felizes agora, mas as se as emoções continuarem sendo as mesmas, se as atitudes não acompanharem as informações espirituais que temos acesso, e não promoverem mudanças reais,  de que adianta saber de tudo isso?Praticar continua sendo o grande desafio.Falo isso na semana em que estamos em plena vivência da Chama Amarela, segundo raio da Fraternidade Branca. Chama da sabedoria, uma luz que abre, ilumina e mostra nossas sombras, e confesso que não é fácil receber esta luz. Começa porque as dores guardadas no inconsciente estão acomodadas, escondidas, tão guardadas que parece que nem as temos. Porém no primeiro desafio afetivo, ou de relacionamento surge a dor, desponta a falta de esperança, e quando sentimos um abandono, ausência de um amor, ou de compreensão, aí então toda escuridão, e falta de fé vem e estraga qualquer tentativa de equilíbrio e felicidade.Por quanto tempo continuaremos vítimas de nossas emoções?Há uma grande luz dentro de nós e precisamos acessá-la, e ter coragem de praticar. Mas para isso precisamos sair do conforto, precisamos olhar com coragem aquilo que não esta bom em nossa vida e investir numa mudança.

Sempre brinco com meus alunos dizendo que o karma esta em nós, na forma que convivemos com a nossa família, amor, amigos, trabalho ou ausência disso. Somos nós que podemos escolher como agir em nossa vida. E qualquer ação trará uma reação, assim amigo, vamos na luz. Vamos com coragem limpando nossas dores, tirando da frente o medo de errar, o perfeccionismo.

Vamos fazer a nossa parte para sermos felizes.



Fonte: http://mariasilviaporlovas.blogspot.com.br

A morte é mesmo o fim de tudo?



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A maioria das pessoas, se não todas, gostariam de voltar a viver caso pudessem fazer isso com saúde e vigor restaurados, num mundo onde prevalecesse a paz. Os humanos não são como os animais, criaturas irracionais, guiadas pelo instinto. Nós enterramos nossos mortos. Temos expectativas quanto ao futuro. Não queremos envelhecer, ficar doentes e morrer. No entanto, essas coisas fazem parte da realidade humana.

A proximidade da morte, quer a nossa, quer a de parentes e amigos, nos assusta. Um motivo é que nascemos com o desejo de viver e de desfrutar a vida em paz e segurança. Só a idéia de morrer, ou deixar de existir, já é por natureza repulsiva. É difícil, para não dizer impossível, aceitá-la. Nós queremos viver, não morrer. Pergunte-se: Esse desejo seria tão forte se não fosse do propósito original do Criador que vivêssemos para sempre? É mesmo possível viver eternamente com saúde e felicidade?

No ano passado, a revista da Associação Americana de Aposentados (AARP The Magazine) publicou o artigo “Vida após a morte”. Várias pessoas com mais de 50 anos foram entrevistadas e “aproximadamente três quartos (73%) concordaram com a declaração: ‘Acredito em vida após a morte.’” Por outro lado, segundo a revista, quase um quarto concordou com a declaração: “Acredito que quando eu morrer será o fim de tudo.” Mas será que as pessoas querem mesmo acreditar nisto?

No mesmo artigo, relata-se que Tom, um católico de Nova York, tenha dito: “Bem, eles ensinam que existe vida após a morte. É verdade que as pessoas pregam muitas coisas. Mas somos nós que precisamos decidir em que acreditar. Eu vou à Missa. Vivo como se existisse vida  após a morte, mas não acredito nisso. Se for verdade, bem, isso é lucro.”
Igual a Tom, muitas pessoas são céticas, assim como era o pai mencionado no início deste artigo.

Por exemplo, apenas três semanas após a concepção, o embrião humano começa a desenvolver células cerebrais. Há períodos em que essas células se multiplicam muito rápido, às vezes chegando a 250 mil por minuto! Nove meses depois, nasce um bebê com um cérebro dotado de fenomenal capacidade de aprendizagem. James Watson, biólogo molecular, chamou o cérebro humano de “a coisa mais complexa já descoberta no Universo”.

Com certeza, vale a pena analisar as evidências de que é possível pessoas voltarem a viver.


Problemas cardiovasculares estão relacionados ao estado espiritual

Problemas cardiovasculares estão relacionados ao estado espiritual 

Conforme o Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Oscar Dutra, uma pessoa que tem alterações na sua espiritualidade, tem alterações no seu mecanismo de controle cardiovascular. Vou dar um exemplo, quando a gente está de bem, uma coisa que a gente ouve é 'Tô de bem com a vida'. Estar de bem com a vida significa que espiritualmente você está muito bem. Se eu estou de bem com a vida, as minhas glândulas que secretam hormônios, secretam muito menos. Dutra cita um exemplo: uma glândula que se chama suprarrenal que é a responsável pela secreção de um hormônio, que é normal, mas que secretado em excesso traz problemas, como a adrenalina. 
Espiritualidade e religião são diferentes. A espiritualidade tende a ser mais pessoal e a religião tende a incorporar a oração e rituais públicos. Independente disso, o importante é que a pessoa consiga fazer uma reflexão.

Fontes: 

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2019/09/22/congresso-de-cardiologia-em-porto-alegre-aborda-a-importancia-da-inclusao-da-espiritualidade-no-atendimento-ao-paciente.ghtml

https://pt.aleteia.org/2017/04/24/quais-as-diferencas-entre-religiosidade-e-espiritualismo/

Definição de espiritualidade - Publicado por Camila Moreira Wächter

Espiritualidade tem sido um termo muito ouvido e disseminado no contexto atual da sociedade, geralmente associado à solução para nossas aflições e para a falta de equilíbrio presente na vida moderna.

O que muitos desconhecem ou se equivocam é o fato de haver uma infinidade de meios de direcionar essa espiritualidade, não necessariamente tendo ela relação com alguma religião, crença ou doutrina específica. 

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O que é espiritualidade?

Tornar-se espiritualizado e trabalhar a prática dentro de si é um processo que deve ser desenvolvido individualmente, onde como base das crenças de vida o indivíduo tem a capacidade de associar, sentir e relacionar a força dos acontecimentos com uma força não material. A espiritualidade nada mais é que uma janela que nos possibilita enxergar além do que está apenas à frente dos olhos.

Entre crenças e doutrinas religiosas com o budismo, judaísmo, hinduísmo, catolicismo, espiritismo e tantas outras, a espiritualidade consiste em meios onde o indivíduo é capaz de buscar e encontrar sua própria essência, adequando-se a uma conexão com algo maior que si próprio e, por consequência, tornando-se realizado por atingir o significado de ser e estar.

De todo modo, estando ou não atrelada aos preceitos religiosos, a espiritualidade preza por bases como a paz, atuante em defesa da vida. Espiritualidade é desprender-se do ego e deixar-se inspirar pelo que acredita ser regente de suas ações, praticando-a no dia a dia. Lembre-se que de nada adianta passar horas dentro de uma igreja, entoar canções e orações, proferir belas palavras, se não há conexão com o verdadeiro significado dos seus atos.

A espiritualidade dos céticos

Até mesmo entre ateus, onde a crença em divindades é ausente, é possível obter certo nível de espiritualidade. Para estas pessoas, o sentido da palavra pode ser aplicado como uma forma de atingir o ilimitado, reconhecer a linha que delimita os mistérios de nossa existência; permitem-se a crer em experiências que ultrapassam os limites do intelecto.

Atualmente, a espiritualidade vem sendo estudada diante de sua eficácia à saúde humana quando estas se encontram equilibradas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o bem-estar espiritual vem sendo considerado mais uma extensão do estado geral da boa saúde, juntamente ao desempenho físico, psíquico e social.


Fonte: https://www.wemystic.com.br/espiritualidade/

Mapa conceitual - Cínta


Espiritualidade dúvidas e certezas


Conceituando espiritualidade


Conhecimentos/dúvidas iniciais sobre a morte - publicado por Camila Moreira Wächter


Dúvidas e Certezas


Tema: ESPIRITUALIDADE
Certezas Provisórias
  • Existe vida após a morte.


Dúvidas Temporárias
  • Existe vida após a morte?
  • Por que procuramos na religião as respostas para os sofrimentos da alma.?
Pergunta norteadora: Como sanar os sofrimentos e os mistérios da alma?
Componentes do grupo:
  • Camila Moreira Wächter
  • Cíntia Maria Schilling
  • Eliane Boff
  • Márcia Andriolo Bragagnolo
  • MorganaTrentin Sbabo

Apresentação